Assault on Precinct Agualva
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Parece que a madrugada do passado Domingo foi muito violenta ali para os lados de Agualva, no Cacém. Em resumo, o que sucedeu foi isto: Ali para aquelas bandas, existe um indivíduo chamado Quedansau Correia que começa a revirar os olhos e a deitar espuma da boca sempre que se fala em polícia. Uma coisa que deve assustar, já que o bicho mede mais de 2 metros e é conhecido por agressões em bares e discotecas. Tanto ódio talvez se deva ao facto da polícia estar sempre a embirrar com ele por causa da sua actividade, o tráfico de droga. É que não lhe dão descanso. Agora, uma vez mais, a polícia decidiu embirrar com ele e foi revistá-lo no meio da rua à procura de droga. Pronto, o Quedansau não gostou e enfiou um soco no polícia que o apalpava. Má decisão, pois acabou por ser levado para a esquadra. E foi então que se deu um remake do filme do John Carpenter. 20 compinchas do Quedansau decidiram invadir a esquadra de Agualva para tentar libertar o seu amigo. Houve o arremesso de pedras da calçada, vieram reforços e a ordem lá foi restabelecida. Os compinchas do Quedansaué que não viram o “Assault on Precinct 13”, senão, teriam cortado as comunicações, a electricidade e tentado isolar a esquadra do mundo exterior. Na verdade, os compinchas do Quedansaué não foram muito espertos e optaram pela solução mais complicada. Para quê tentar invadir uma esquadra para libertar um preso, quando existe sempre um juiz que pode fazer isso sem esforço? E assim foi. O Quedansau “I Hate Cops” Correira, que tem no seu cadastro o tráfico de droga, crimes contra o património e contra a autoridade, auxílio à imigração ilegal e condução sem carta, foi ouvido por um juiz na segunda-feira de manhã e, adivinhe-se … acabou em liberdade, ficando apenas com o incómodo de ser obrigado a fazer apresentações periódicas na tal esquadra de Agualva. Chatice.
Mas os ataques à polícia não se ficaram por aqui. O tal grupo de ácaros, conhecido por Lulzsec Portugal, decidiu mostrar que existem outras formas de atacar uma esquadra, p.e., recorrendo à tecnologia. Assim, numa espécie de remake do “Die Hard 4”, este grupo terá acedido ilegalmente aos computadores do Ministério da Administração Interna (MAI), copiado e divulgado os dados pessoais – nome, posto, número de identificação, local de trabalho e cargo desempenhado, número de telefone e contacto e-mail - de mais de uma centena de efectivos da PSP a trabalharem em três esquadras de Lisboa. É mau. Já não bastava os polícias estarem a trabalhar, muitas vezes, em condições deploráveis e ainda terem de apanhar com chamadas inoportunas de bandidos e malfeitores. Imagine-se o Quedansau “I Hate Cops” Correira ter acesso a esta lista e começar a fazer chamadas para estes polícias às 4 da madrugada. Loucura.




Este é o Portugal chunga!
A culpa destas situações, como tudo o que é mau em Portugal, AINDA é do Sócrates?
:) Não será certamente. Este é o Portugal violento e da justiça que não se entende lá muito bem, cujo protagonismo será cada vez maior em tempo de crise. O pior, garantidamente, ainda estará para vir