Esclarecimentos políticos
"2012 certamente irá marcar o fim da crise e será o ano da retoma para o crescimento de 2013 e 2014"
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“Eu não anunciei o fim da crise, disse apenas que os indicadores mostram que 2012 será o início do fim da crise e que, em 2013, virá a recuperação”
Álvaro Santos Pereira a explicar duas coisas completamente diferentes, como é óbvio. Até porque, estas suas afirmações são bastante diferentes daquelas que poram feitas em 2006, pelo detentor da pasta da Economia, o Manuel vou-fazer-corninhos-no-parlamento Pinho.
“A crise acabou, vive-se um ponto de viragem, e a questão agora é saber quanto é que a economia portuguesa vai crescer”.
Dá-me ideia que ainda está para nascer o ministro da Economia, capaz de adivinhar o ano exacto da recuperação.
Mas nas bancadas da AR, há sempre quem esteja muito atento a estas gaffes. Foi o caso do Paulo jobs-for-the-boys Campos. Ele que andou a distribuir riqueza pelos amigos, não hesitou em sugerir ao senhor Álvaro que:
“Não estamos no fim da crise, o senhor ministro é que está no fim da sua carreira. Deixe o lugar, ou então aproveite essa bancada para fazer um gesto feio que as consequências vêm de seguida”
Também curiosa a proposta apresentada pelo secretário de Estado do Emprego, Pedro atiro-te-areia-para-os-olhos Martins, a qual consiste em aplicar uma renovação extraordinária do contrato de trabalho por mais 18 meses, o que permitiria evitar que 35 mil portugueses entrassem no desemprego todos os meses. Portanto, não está em causa reduzir a precariedade, mas sim, aumentar o prazo onde, todos os meses, 35 mil portugueses vão para o desemprego e outros 35 mil desempregados vão substituir esses que acabram de sair.
Isto é gente que não existe, p’loamordasanta.




Eu estou cada vez mais convencido que alguns (muitos) dos membros deste governo se estão perfeitamente a marimbar para o povo português e isso é uma afronta.
Puta que os pariu! (desculpa, mas eu estou farto destes gajos…).
Nada que desculpar. Subscrevo. Estás tu farto, assim como muitos de nós