Pedro Mota Soares, o armazenista
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“Se os voluntários aparecerem, se forem pessoas com ética, com respeito pelas crianças e pelas famílias…”
Lúcia Santos, presidente da Associação dos Profissionais de Educação de Infância, a falar sobre o ‘método’ de avaliação dos futuros voluntários que este governo quer enfiar nas creches, a custo zero, para garantir que vão haver mais adultos para cuidar das crianças. Isto porque os berçários vão passar de um máximo de oito para dez bébés, as salas de crianças de um aos dois anos de dez para 14 e as salas dos dois aos três anos de 15 para 18. Ou seja, na visão a granel e armazenista do Pedro Mota Soares, o desejado aumento no número de creches ou de salas, será substituído pelo aumento de crianças e adultos nos espaços existentes.



