Os quatro vão à Zambujeira
Paragem neste blogue justificada por preguiça, falta de paciência e ausência para uns dias de férias na Zambujeira e no Sotavento algarvio. Muito provavelmente, talvez as últimas na categoria ‘vá para for a cá dentro’ – de que somos adeptos – durante os próximos tempos (anos?).
Se da outra vez éramos 3 e correu tudo bem ali, desta vez, que já somos 4, fomos para acolá. Uma excelente supresa. Localizada junto ao Brejão, a Sul da Zambujeira, tinha a praia do Carvalhal a menos de 5 minutos de carro, ou a praia de Odeceixe a 15 minutos.
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Ficámos num apartamento, com quarto, sala e cozinha equipada, o que permitia grande margem de manobra para passar o período mais quente do dia, onde as idas à praia estão proíbidas e a paciência para passar as horas com passeios de carro não é muita. Preparava-se uma refeição ligeira e comia-se ali à porta de casa, no fresquinho.
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E depois, uma rica soneca numa cama de rede, uma ida à piscina, uma jogatana qualquer naquela relva muito bem cuidada, ou mesmo um jogo de tabuleiro numa sala comum. O que não faltavam eram opções, com a vantagem de estarem todas concentradas numa área pequena, capazes de ser monitorizadas pelo típico olhar atento de um pai.
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Falei mais acima do ‘período quente do dia’, porém, importa salientar que nesta Zambujeira é raro haver calor abrasador, daquele de trinta e muitos graus onde a pessoa se sente sufocar. Ali, as temperaturas são amenas na melhor das situações. Na pior, está um vento gelado que corta qualquer ideia de ir à praia. Até nisso tivémos sorte. O tempo esteve óptimo (para aquela zona) e só no dia da partida é que a permanência na praia fazia pensar em blusões polares.
Muito perto dali, existe a Praia da Amália, a nossa Amália Rodrigues, que tinha ali casa e gostava de ir para a falésia contemplar o mar, segundo dizem alguns. O senão é que o acesso não é fácil para quem vai com miúdos (muito) pequenos. Aliás, mesmo junto à praia, a escadaria em betão estava partida pela força do mar, e o acesso tinha de ser feito sobre uma escada deitada. Impossível para se arriscar. Fica a foto para quem lá queira ir ver com os seus olhos.
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Uma maravilha, essa casa de turismo rural e todo o seu meio envolvente.
João, foi uma excelente surpresa. Já tinhamos visto as imagens no site, mas no local a dimensão é completamente diferente. Perto de tudo e perfeitamente isolada para se ter sossego. Não mencionei mas, como é típico destes locais, o pequeno-almoço era divinal. Como é servido até ao meio-dia, a rotina era acordar, comer algo que tinhamos levado, ir para a praia às 9 e sair de lá por volta das 11, para ir tomar o pequeno-almoço que mais parecia um almoço. Recomendo a todos
Pelos teus olhos fiquei a conhecer um agradável cantinho, bem perto do mar :)) gostei de saber que as férias foram excelentes…
:) Graça, quando escrevi esta parte «Muito provavelmente, talvez as últimas na categoria ‘vá para for a cá dentro’ – de que somos adeptos – durante os próximos tempos (anos?)» ainda não sabia aquilo que o Ken de Massamá estava para anunciar, mas parecia que estava a adivinhar. Menos 50% no Subsídio de Natal. Pimba, vai buscar :)
Adiante. Foi bom. Soube a muito pouco e esperamos um dia repetir, naquele mesmo local