A ex-última virgem lusitana
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Hímen, the final frontier
Já está. Acabou. Margarida Menezes, que foi falada por aqui, ou no Bitaites, passou a ser a ex-última virgem lusitana. Ela, que editou um bestseller com o título “Sim, Sou Virgem, e Então?”, uma obra baseada em factos verídicos com 160 páginas, chegou finalmente à seguinte conclusão: "já não vejo o sexo como sendo algo que se faça com o homem com quem tenhamos que ficar para o resto da vida". Farta de esperar, entregou-se ao homem com quem namorou durante 3 meses, sem que algo tivesse acontecido. Ele, farto de esperar, decidiu que apenas deveriam ser amigos. E foi assim, num momento de pura amizade, como quem não quer a coisa, que tudo aconteceu. No final, Margarida Menezes admitiu que “Foi muito rápido. Quando dei por mim já tinha acabado. Essa foi a única parte negativa”. É provável que a pressão nos ombros do pobre coitado tenha condicionado o seu desempenho. Afinal, tratava-se da fundadora do “Clube das Virgens” e de uma escritora de sucesso. Não é fácil.
Margarida Menezes diz ser uma “nova mulher”. Já não vive com os pais. Mudou-se para Lisboa e arranjou trabalho à noite no Blues Café, dizem que é um emprego com saída. Antes de encontrar o príncipe encantado, que lhe iria desbravar o hímen, ela conseguiu concretizar outro sonho: injectar 400cc de silicone nos seios. Acabou expulsa do clube que fundou, por ter violado, sim, violado os estatutos. E agora talvez edite um livro que explique a anatomia masculina nas suas palavras: “As minhas amigas diziam-me que o pénis é suave como a pele dos golfinhos, e tinham razão. É muito macio e suave, e não me fez impressão”.




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