A Zombie Thing
Gosto de Zombies. No género de Terror, os filmes com Zombies são os que eu mais aprecio. Diz o Wiki que a zombie is a creature that appears in books, films and popular culture. It is typically a reanimated corpse, or a human being who is being controlled by someone else by use of magic. More recent stories have used a pandemic illness to explain them. Portanto, existem assim dois tipos de Zombies, aqueles que são resultado de uma bruxaria ou voodoo e aqueles que são resultado de um vírus ou pandemia, podendo este tipo dividir-se em dois subtipos, os lentos e os rápidos.
O Zombie rápido é aquele que parece ter sintomas de raiva e que corre depressa como o caraças, com uma energia inesgotável. Temos exemplos desse tipo nos filmes “28 Days Later” ou “REC”.
O Zombie lento é aquele que arrasta os pés penosamente, incapaz de se mover mais depressa com medo que lhe caia uma perna. Pode parecer inofensivo por causa da sua lentidão, mas quando menos se espera, um grupo deles acaba sempre por encurralar uma vítima indefesa, avançando para ela com um braço esticado. E mesmo que a vítima se proteja atrás de uma porta, num local sem escapatória, eles vão ficar horas, dias, a ir de encontro à porta, soltando grunhidos irritantes. São umas verdadeiras melgas, chatos como a putaça. Só dá vontade que a vítima os vaporize com Dum-Dum e grite “É pá, vão chatear o caralho!”. Entre muitos exemplos, saliento o clássico dos clássicos “Night of the Living Dead” ou o hilariante “Shaun of the Dead”.
Sejam rápidos ou lentos, quem for mordido por eles vira Zombie, existindo apenas uma forma de os deter: dar-lhes um balázio ou um par de cacetadas nos cornos.
Isto vem a propósito da série “The Walking Dead”, cuja estreia tive o prazer de assitir ontem à noite na FOX.
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Em resumo: ‘The Walking Dead’ conta a história das semanas e meses que se seguem a um apocalipse zombie pandémico, acompanhando um grupo de sobreviventes, dirigidos pelo agente da polícia Rick Grimes (Andrew Lincoln), que viaja em busca de um local seguro.
Gostei. Tal como costuma suceder com o primeiro episódio todas as séries, existe muito expectativa antes de o ver, e fica muita vontade de ver os episódios seguintes. Resta apenas saber quantos episódios vão passar até que o deslumbramento se dissipe. Os Zombies são lentos, juntam-se em matilha para encurralar a vítima e avançam para ela de bracinho esticado. Perfeito. É mesmo assim que eles devem ser e agir.
Recomendo, a todos os que apreciem o género. FOX, à 3ª Feira, pelas 21:30. Uma desejada alternativa a toda a série de vampiragem que anda por aí, com excepção do “True Blood” [vénia], mas essa, tem carimbo da HBO e está tudo dito.
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[Adenda]
Uma entrevista com Robert Kirkman, o autor da banda desenhada que deu origem à série.




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