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Swayze é mais que Ghost ou Dirty Dancing

Abril 25, 2009

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Na banca de jornais, ao passar os olhos pelas revistas expostas, parei numa pequena notícia na capa da “Caras”. Falava de Patrick Swayze e do seu estado terminal. A imagem mostrava um homem quase esquelético, que terá apenas algumas semanas de vida, ou nem isso. Maldito cancro do pâncreas, que consegue ser implacável e rápido a ditar o destino final de quem sofre dele.

Para muitos, o Patrick Swayze será sempre o actor de ‘Ghost’ ou de ‘Dirty Dancing’. Para mim, ele será sempre o actor de ‘Point Break’ (“Ruptura Explosiva”), o surfista que roubava bancos e que procurava a onda perfeita. E gostei da sua curta, mas excelente aparição em ‘Donnie Darko’, um filme onde provavelmente não terei percebido ponta de um corno, mas que merece ser visto, revisto e ouvido, graças à sua banda sonora, a qual recorda bons momentos dos anos 80. Bandas como INXS, Tears for Fears, The Church, Duran Duran, Joy Division ou Echo & the Bunnymen, contribuem para vermos o filme com momentos de nostalgia. E no meio dos episódios de paranóia e esquizofrenia do Donnie Darko, onde até aparecia um coelho gigante com olhar maquiavélico, havia um tal de Jim Cunningham (Patrick Swayze), uma celebridade local que tinha feito fortuna a vender um livro de auto-ajuda.

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Som de ‘Tears for Fears’

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Ou o Final, com um tal de Gary Jules a usar o som dos ‘Tears for Fears’ para fazer umas massas à custa do sucesso “Mad World”.

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And I find it kind of funny

I find it kind of sad

The dreams in which I’m dying

Are the best I’ve ever had

I find it hard to tell you

‘Cos I find it hard to take

When people run in circles

It’s a very, very

Mad World

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0305_patrick_swayze_cancer_00

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20 Comentários leave one →
  1. Abril 25, 2009 8:01 pm

    EXCELENTE, como sempre, escrevas onde escreveres!
    Um abraço amigo
    James

    • Abril 25, 2009 8:32 pm

      James,
      infelizmente, o tempo não me permite actualmente escrever ‘ao meu estilo’, com pesquisas em textos. Hoje, lá consegui uns minutos para alimentar isto. Aparece sempre que quiseres.
      Abraço

  2. Abril 25, 2009 8:24 pm

    Um grande welcome back! E em nota de rodapé, o teu monte de sal já deu uma excelente dourada ao sal. :)

    • Abril 25, 2009 8:31 pm

      EH LÁ!!! :)
      Não te quero induzir em erro, mas creio que a enorme vivenda, isolada, e junto do monte de sal, é propriedade de quem está à frente da parte do ambiente da CCDR. Para viver ali, além de se ter de gostar de mosquitos, também talvez tenha sido necessário mexer uns cordelinhos para autorizar a construção, digo eu.

  3. Abril 26, 2009 2:16 am

    olá blue
    bem se te mudaste para aqui tu lá sabes, eu vou continuar a visitar-te!!!
    quanto ao patrick não sabia que ele estava assim tão mal, tenho pena, muita mesmo, é triste, mesmo muito triste, mas infelizmente há coisas que ainda não têm cura.
    bom domingo
    marg

    • Abril 26, 2009 10:47 am

      Margarida,
      o cancro é uma doença terrível, que consegue transformar por completo a pessoa que nós conhecemos. Infelizmente, com tantos avanços na medicina, o ser humano ainda tem de passar por muito sofrimento por causa de uma doença cuja cura parece continuar distante.
      Entretanto, apesar de andar por aqui, continuo a receber os avisos por Email dos meus favoritos. Assim, se não te importas, goataria de comentar aqui o teu post.
      O filme que tu viste “Até ao Entardecer” (creio), é uma continuação, que foi filmada quase por obrigação, do filme “Até ao Amanhecer”, que lançou para a ribalta o Etan Hawk e que marcou uma geração.
      Esse primeiro filme, lá contava a história de dois estranhos que se cruzam num comboio, onde ele estava a fazer um InterRail, onde eles saem na mesma cidade, onde eles passam um dia e uma noite a falar que nem uns papagaios, e onde até dão uma queca num Jardim público. Mesmo que o destino os afastasse definitivamente, eles acreditavam que tinham sido feitos um para o outro. Vi esse filme e até achei uma certa piada (talvez pelo facto de nãoi estar com muito sono).
      A continuação que tu viste, é…bem, é talvez bastante forçada. Toca novamente de colocar o casal maravilha a falar que nem uns papagaios e vamos ver no que dá. Não deu.
      Aparece que tens sempre a porta aberta.

  4. Abril 26, 2009 9:53 am

    Nem sei se o comentário pode entrar pois o meu nick aqui já está registado, na altura criei um outro mas já nem me lembro (pus para aqui umas páginas mas como nunca mais voltei por estas bandas…).

    Mas adiante.

    Pois eu já cá tinha vindo a esta casa, embora como era um reprise não vinha cá muito. Pois então, vamos abrir as janelas e já agora o champanhe, que é smepre bom comemorar.

    O Patrick, pois é, mais 1 a cair nas malhas do maldito pancreas. Tanto que se evoluiu na doença mas quando toca a esse sitio é sentença de morte. E a pensar que uma vez entrei de urgência num hospital porque o diagnóstico do médico estava a inclinar-se para uma coisa nesse local. Felizmente que o diagnóstico estava errado!

    Abraço e volta sempre :)

    • Abril 26, 2009 10:58 am

      Bp63,
      este WordPress é de facto bastante poderoso. Neste Template (não sei se é algo extensível aos restantes), até tenho hipótese de fazer “Responder” a um comentário, ficando a resposta directamente associada ao comentário inicial, sendo fácil de acompanhar as respostas.
      O teu comentário pode aqui entrar porque não existe qualquer limitação por mim imposta, ou seja, creio que é apenas necessário indicar um Email para deixar um comentário. A grande vantagem é que não é necessário ter conta no WordPress para aqui comentar. Por sinal, algo que o SOL acaba por limitar, ao obrigar cada comentador a criar uma conta para poder escrever algo.
      Ontem arranjei uns minutos para escrever isto, e parecia que tinha estado anos ausente dos blogues. O que vale é que isto é como andar de bicicleta :) Para já, este espaço serve na perfeição para as minhas escritas.
      Longe vão os tempos em que as doenças não eram uma preocupação das nossas vidas. Com o avançar da idade e com o PDI, cada unha encravada parece logo fazer tocar todas as campaínhas na nossa cabeça. Pelo menos comigo já vai sendo assim :)
      Ó faz favori, volte o senhor aqui sempre que quiser. Eu ainda estou a arrumar a casa, mas já tenho alguns copos e pratos de fora. Um traz o vinho, o outro o pão, o terceiro o queijo, e temos aqui festança à maneira.

  5. Abril 26, 2009 3:23 pm

    É lá,com que então agora estás aqui.
    Por acaso quando penso no Patrick Swayze,é sempre a assaltar bancos com mais uns quantos,mascarados de antigos presidentes dos EUA.
    Felicidades na tua nova cidade.

    • Abril 26, 2009 3:52 pm

      Zipol,
      sejas bem-vindo a este espaço. Ainda estou envolvido num processo de mudança de casa e o tempo para escrever é muito reduzido. De qualquer forma, o “Ma Ke Jeto, Mosso” transfere a sua actividade para o WordPress.
      Creio que esse filme foi referência para muitos que se estavam a iniciar nos chamados ‘desportos radicais’.

  6. Abril 27, 2009 11:47 am

    também li, e embora não conheça bem, dá para ver, naquilo que li, o homem corajoso que é. e, maldita doença!

  7. Abril 27, 2009 1:51 pm

    Popelina,
    é uma doença implacável, para a qual o Randy paush bem alertou sobre a falta de avanços da medicina, no que toca a investigação sobre o cancro do pâncreas.

  8. Abril 27, 2009 6:07 pm

    Ola Bluewater

    No filme ”ruptura explosiva”, a irreverencia, coragem e dignidade do personagem, são de facto, para mim ( também ) a imagem que me fica deste actor. A qualidade permanece, em qualquer cenario. O que é o essencial da questão. Abraço.

    • Abril 28, 2009 7:37 am

      Gattopardo,
      começo por agradecer a visita a este espaço que abriu as janelas e ficou preparado para funcionar em pleno. Eu gostei bastante de o ver nesse filme, e apesar de não ser adepto do surf ou de desportos radicais, foi um filme que me marcou. Agora, se fizessem um Remake (espero bem que não), os 4 assaltantes teriam obrigatoriamente a máscara do Bush, e ficariam muito bem enquadrados.

  9. Maio 6, 2009 10:31 pm

    Sempre pensei que a Ruptura Explosiva deveria ter uma sequela …!

    Assim será muito difícil …!

    Um Abraço da M&M & Cª!

    • Maio 13, 2009 7:35 am

      Miguel,
      não será com o Patrick, mas a fórmula do filme é bem capaz de ser copiada mais tarde ou mais cedo. Nunca fui apreciador do Star Trek, mas pelo que tenho lido, o novo filme, que mostra a juventude da tripulação da nave, está a receber boas críticas, e será bem capaz de gerar mais mais filmes.

  10. Maio 12, 2009 9:01 pm

    Donnie darko .grande filme , o coelho metalizado :))))))

  11. Maio 12, 2009 9:35 pm

    mas era um actor muito fraquinho ,vi-o nos marginais .baseado na obra de s e hinton ( rumble fish também e´baseado na obra de s e hinton;)) ,no filme do surf ,ghost -não há pachorra .dirty dancing -não há pachorra .

    • Maio 13, 2009 7:40 am

      Rui :))
      espero que sejas o Rui que eu estou a pensar. Se não fores, as minhas desculpas pelo ‘tu cá tu lá’. Tirando o ‘Ghost’ e o ‘Dirty Dancing’, onde eu concordo com o «não há pachorra», no tal do surf ele esteve bem, assim como no Donnie Darko. Esse filme, depois de ir ler a explicação no Wikipédia, até parece simples, mas quando o vi, reconheço que não percebi grande coisa. Mas é de facto um grande filme, que passou ao lado de muita gente.

  12. Maio 17, 2009 2:17 am

    No man !!!!
    you must be mistaken
    I `m trout2earth

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