Primeiro um Banco, agora, um Jornal. Esperemos que os Angolanos gostem de Blogues
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«Fundadores do “Sol” invocam dificuldade financeira para vender jornal a angolanos (…) O semanário “Sol” está em vias de passar a ser controlado por uma nova empresa accionista, contra a vontade de uma parte dos actuais investidores e sem que estes tivessem uma palavra decisiva no negócio (…) Em causa está uma sociedade que se chama Newshold, e que está ligada a interesses angolanos (…) O objectivo é vender essas acções à Newshold, que fica assim directamente com 51 por cento do capital do “Sol”. O objectivo será “a viabilização imediata” do jornal, face à complicada situação financeira (…) Personalidades angolanas, incluindo o porta-voz do Presidente José Eduardo dos Santos, Aldemiro da Conceição, e um investidor português são relacionados com esta sociedade.»
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Vamos lá ver uma coisa. O SOL é um “Jornal que vale por si”, que não dá brindes. Corrijo. Que não dava brindes. Agora, dá brindes e faz concursos, onde alguns prémios até são brindes que entretanto já deu aos leitores. E nos brindes que dá, chega a um ponto onde começa a repetir o que já deu, e anuncia que em caso de repetição, o melhor será dar os repetidos a quem mais necessite, porque as crianças são o melhor do mundo. Confuso?
Pode ser que os brindes melhorem daqui para a frente.
SOL, um “Jornal que vale por si e pelos investidores”.
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