Divagações sobre a Mulher e as Tatuagens
Metáforas Femininas
Anos 50
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Anos 70
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Anos 80
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Anos 90
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Nos últimos anos
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Mulheres de uma só folha?
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Atracções?
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O Conselheiro Sexual
Paco Bandeira
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Paco Bandeira, (Elvas, 2 de Maio de 1945), cantor português com mais de quarenta anos de carreira, reconhecido como um dos mais sólidos representantes da música popular portuguesa.
Aprendeu a tocar guitarra com a ajuda de um tio e aos 14 anos torna-se guitarrista e vocalista do grupo Cuban Boys, com o qual deu vários concertos em Portugal e Espanha.
O primeiro dos seus sucessos foi “A Minha Cidade” (mais conhecida por “Ó Elvas, Ó Elvas”), seguindo-se outros tantos êxitos, tais como “É Por Isso Que Eu Vivo”, “Chula da livração” ou “Ceifeira Bonita”. Em consequência destes êxitos, inicia uma intensa carreira internacional junto das comunidades portuguesas no estrangeiro, actuando em palcos e televisões de Espanha, Itália, EUA, Austrália ou Canadá.
A grande revolução surgiu quando editou o tema “Um Livro Chamado Inês“, o qual teve influência directa em todos os namoros dessa época. As mulheres descobriram que eram livros que depois de lidos já não prestavam mais, e os homens encontraram justificação para não se perderem na mesma leitura e para procurarem constantemente novas leituras. Este tema influenciou também uma figura notável da sociedade portuguesa, Zezé Camarinha, o qual, após ouvir a frase «Mas depois do Livro lido, O Livro não presta mais» decidiu tornar-se no mais leitor de Bifas à face da terra.
Em Outubro de 2007 editou o álbum “Canto do espelho”, com dez temas originais, cinco dos quais contam com os coros a cargo do Coral Harmonia de Santiago do Cacém.
Para esta mulher, o Paco foi Boçal
Aida Baptista escreve assim “Em nome das Divercidades”
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E o Paco foi boçal, muito boçal mesmo! Bossalidade, como não existe no dicionário, direi que a formei a partir de bossa. E as bossas não são protuberâncias apenas dos dromedários. Sem ofensa para os últimos, há mais quem as tenha, mas na cabeça.
Em nome da “Ternura dos Quarenta” já lhe perdoámos “O Livro Chamado Inês”. Percebemos que correspondia à forma de pensar de uma época que colocava a fasquia da honra da mulher sempre abaixo da cintura. Mas tantos anos depois, Paco, poupe-nos a este tipo de comentários e, sobretudo, nunca os acompanhe de um sorriso ordinário. Por respeito a todos nós. E, já agora, por si também.
(…)
Conheça o resto do manifesto sobre o Boçal Paco Bandeira, aqui.
Outras divagações
“A Mulher e as Tatuagens”, por Contracorrente
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Nota: Este texto é um exercício de pura ironia, que em nada reflecte a verdadeira opinião do seu autor.